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Estados físicos da matéria


Você sabe o que são os estados físicos da matéria?
Por que a matéria assume vários formatos?




Aula - Estados físicos da matéria



Posso afirmar que se alguém perguntar para você quantos estados físicos a matéria possui, você responderá com toda a certeza do mundo:

-Ué, estado sólido, líquido e gasoso!!


Acertei? Rs. Neste post, venho conversar contigo sobre os estados físicos da matéria de uma forma diferente: eu quero te explicar por que existem esses três estados físicos.


O que ocorre com a estrutura da matéria para que ela assuma o estado sólido ou o estado líquido ou o estado gasoso?


Ficou curioso (a)? Então, saiba que você tem duas opções para consumir o conteúdo: ler o texto deste post ou assistir a vídeo-aula abaixo.

Caso prefira acessar a aula em vídeo, assista ao vídeo:



Agora, se preferir ler a explicação, bora continuar lendo este post!




Os estados físicos da matéria consistem, basicamente, no formato que a matéria pode assumir levando em conta os arranjos e movimentos de seus átomos e moléculas.


Estados físicos da matéria


Sabemos que a matéria está em constante movimento. São os movimentos dos átomos e das moléculas que constituem um estado físico. Assim, quando as moléculas e átomos de uma substância se movimentam muito, temos uma substância mais fluida. Do contrário, não terão muito movimento e a matéria será mais estática.

Na química e na física, principalmente, é comum chamarmos essa movimentação das moléculas e dos átomos de grau de agitação.



O grau de agitação mede a velocidade no qual os átomos ou moléculas se movimentam.



Para que ocorra essa movimentação a matéria precisa de energia. O tipo de energia relacionado com esse grau de agitação é chamado de energia cinética.


A energia cinética mede o grau de agitação das partículas, isto é, a velocidade na qual as moléculas e os átomos se movimentam.


Assim, se as moléculas de uma substância se movimentam muito, dizemos que a substância possui um alto grau de agitação ou grande energia cinética. Entretanto, se as moléculas se movimentam muito pouco, afirmamos que elas têm baixo grau de agitação ou baixa energia cinética.


Está me acompanhando? Ótimo! (Qualquer coisa, mande sua dúvida nos comentários!)



Agora que você já sabe que a matéria se agita constantemente e que a energia cinética está intimamente relacionada ao seu movimento, partiremos para o entendimento da relação da energia e da movimentação da matéria com os estados físicos!



Cada matéria ou cada tipo de material possui uma estrutura. Isto é, seus átomos/partículas/moléculas têm organização.


No estado sólido, essa estrutura possui formato e volume fixos. Seus átomos/moléculas estão bem unidos e organizados.

Isso ocorre porque os átomos ou moléculas no estado sólido possuem baixo grau de agitação, ou seja, baixa energia cinética. Dessa forma, sem muita movimentação, é como se seus átomos ou moléculas permanecessem parados sustentando uma estrutura, um formato. 


Estado físicos sólido e suas características: volume fixo, formato fixo, baixo grau de agitação, baixa energia cinética

Observe a figura. Nela, você conseguirá compreender melhor o que estou dizendo! Na imagem, o sólido está no formato cúbico semelhante a um cubo de gelo.

Podemos perceber que no estado físico sólido as partículas estão bem unidas formando um bloco. É isso que constitui o estado sólido! A matéria se movimenta pouco e possui um formato fixo.

Contudo, preste atenção: na natureza não há ausência de movimentação da matéria. Por mais pequena que seja a movimentação, a matéria sempre possuirá um grau de agitação: a energia cinética. 

Por exemplo, mesmo quando a água está congelada suas moléculas estão se movimentando. Não conseguimos observar a olho nu, porém, a movimentação está ali, mesmo sendo pequena.


Essa baixa movimentação das moléculas sustentará o formato e volume fixos de um sólido.



No estado líquido a matéria possui mais mobilidade. Isso ocorre porque suas moléculas contém um maior grau de agitação. Portanto, ficam mais afastadas podendo se movimentar mais livremente.

Você pode observar isso facilmente em um copo com água. A velocidade de movimento é maior! 
Ao encher um copo de água temos que tomar muito cuidado para não derramar o líquido, né? Com isso, a matéria no estado líquido assume o formato do recipiente.


Estado físico líquido e suas características: volume fixo, formato variável, grau de agitação intermediário, energia cinética intermediária.


Podemos, portanto, fazer algumas observações quanto ao estado líquido: possui volume fixo e formato variável.  

Exemplificando, se colocarmos a água contida em um copo cilíndrico em um copo quadrangular veremos que ela assumirá, facilmente, o formato do novo recipiente. Eu sei que você sempre vivencia este fenômeno, porém, nunca parou para pensar nisso, não é mesmo?

Outra informação importante é sobre a energia cinética. A energia cinética de um líquido é maior do que a de um sólido porém, menor que a energia cinética de um gás. 


Quanto ao estado físico gasoso, acredito que agora você consiga deduzir quais são as suas características.


A matéria no estado gasoso possui a maior energia cinética. Suas moléculas possuem tanta energia que estão quase que totalmente livres, afastadas umas das outras. Isso permite com que o gás tenha volume e formato variáveis.


Estado físico gasoso e suas características: volume variável, formato variável, alto grau de agitação, alta energia cinética


Por exemplo, um gás contido dentro de uma garrafa, ao ser liberado dentro de uma sala, assumirá todo o volume e formato do cômodo. Na garrafa, o mesmo gás assumia todo o volume e formato dela.


Agora você entendeu o que ocorre na estrutura da matéria para que ela assuma três estados físicos diferentes. Incrível né?

Veja no gif abaixo como a matéria se movimenta em cada estado físico.

Fonte: Toda Matéria. Movimentação das partículas em casa estado físico



Na próxima aula estudaremos como a matéria muda de estado físico. Cada tipo de mudança tem um nome! Fique atento (a)!



Referências

ATKINS, P.; JONES, L.; Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5º edição. Porto Alegre: Bookman, 2012.

FElTRE, R.; Química. Manual do professor. 1º edição. São Paulo: Editora Ática, 2013.

Reis, M.; Química Geral. 6º edição. São Paulo: Moderna, 2004.



Agora teste seu conhecimento respondendo as listas de exercícios a seguir:


Acesse:

Lista de exercícios sobre os estados físicos da matéria



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Liquefação e condensação: qual é a diferença?


Você sabia que liquefação e condensação não são exatamente a mesma coisa?






É comum que a liquefação e a condensação sejam tratadas como sinônimos. Contudo, neste post, veremos que existe sim uma pequena diferença entre estes dois conceitos.


Para começarmos, precisamos entender qual é a diferença entre gás e vapor. No dia-a-dia, também tratamos 'gás" e "vapor" como sinônimos. Entretanto, quimicamente falando, eles não têm o mesmo significado.

Primeiramente, ambos os conceitos se referem à mudança do estado físico gasoso para o estado físico líquido. Todavia, podemos chamar uma substância de vapor quando, nas condições normais de temperatura e pressão (CNTP), ela não for naturalmente gasosa. Ou seja, na CNTP ela se apresenta  no estado líquido ou sólido.

Por exemplo, na CNTP a água é líquida. Assim, se ela estiver no estado gasoso será considerada vapor. Tenho certeza que você já ouviu falar que no ar que respiramos tem "vapor de água". Neste estado físico, por não estar no seu estado natural, rapidamente a água tende à retornar ao estado líquido.

Por outro lado, o gás é uma substância que, na CNTP, se apresenta naturalmente no estado gasoso. Por exemplo, o 'gás oxigênio" é um gás, assim como o gás nitrogênio, hidrogênio, argônio, neônio, carbônico etc.



"Ok, profa. acho que entendi! Mas por que não chamar tudo de gás ou de vapor?"


Apesar de tanto o vapor quanto o gás se referirem ao estado físico gasoso, não é correto afirmar que seus conceitos tem o mesmo significado porque existe uma grande diferença de energia e estabilidade entre eles.


Uma substância 'vaporizada", ou seja, que passou no estado líquido para o estado gasoso (e que na CNTP não está naturalmente no estado gasoso) pode retornar ao estado líquido ou sólido com muita rapidez e facilidade.

Essa situação é facilmente observada, por exemplo, quando retiramos um recipiente ou alimento da geladeira e o deixamos na mesa da cozinha por alguns minutos. 


O que você observará após esses minutos? 

Muitas pessoas dizem que o recipiente ou alimento começa a "suar", isto é, formam-se gotículas de água na superfície.


Quimicamente falando, essas gotículas não saíram do recipiente ou do alimento. Elas saíram do ar! Isso mesmo, além de todos os gases contidos no ar, há vapor de água.  E este vapor se condensa na forma de gotículas ao encontrar uma superfície mais fria.

A mesma situação ocorre na janela e nas paredes do banheiro ao tomar banho. A água quente que sai do chuveiro, muitas vezes, sai tão quente que, rapidamente, se vaporiza. Contudo, ao entrar em contato com o azulejo ou a janela, que estão numa temperatura menor, ela se condensa.


Gotículas de água condensadas no vidro da janela

Esta é apenas uma singela explicação sobre a diferença entre gás e vapor, aprofundaremos isso em outro momento utilizando-se do diagrama de fases e da temperatura crítica.

Porém, com essa pequena explicação, sei que você conseguiu compreender a diferença entre gás e vapor. Desse modo, podemos discutir agora sobre o conceito de condensação e liquefação!


A condensação é quando a substância - um vapor - muda do estado gasoso para o estado líquido. O vapor se condensa facilmente pois é instável neste estado físico. Não sendo natural para uma substância estar no estado de vapor, ou seja, gasoso, ela sempre tenderá retornar ao seu estado físico natural e mais estável.


A liquefação refere-se à mudança do estado gasoso para o estado líquido de um gás. Como falamos, uma substância que, na CNTP, está no estado gasoso é um gás. Nestas condições, os gases são substâncias mais estáveis na forma gasosa.  Isso significa que é mais difícil mudar seu estado físico à temperatura ambiente.


Assim, para que realmente seja possível liquefazê-lo precisamos colocá-lo em uma equipamento ou recipiente para diminuir sua temperatura já que a temperatura ambiente não é suficiente!


Para você ter uma ideia, o ponto de ebulição do gás oxigênio é -183ºC! É uma temperatura muito baixa, né? Se não fosse possível diminuir a temperatura, teríamos que comprimir o gás oxigênio (submetê-lo a uma determinada pressão) para liquefazê-lo. Deve dar um trabalhinho, não é mesmo?

Também é possível combinar o abaixamento da temperatura e o aumento da pressão.


Liquefação é quando um gás muda para o estado líquido.


Fonte da imagem: Oximorena. Na foto há cilindros de oxigênio medicinal. 


Você já viu um cilindro de oxigênio ou nitrogênio? Nele, o gás está liquefeito graças à pressão que existe em seu interior. É por isso que o cilindro deve ser feito de um material bem resistente que suporte a pressão interna.


É importante frisar que, como eu disse no início do post, liquefação e condensação, muitas vezes, são tratados como sinônimos por muitos livros e instituições. Porém, é importante que você saiba a diferença. Se você é concurseiro (a) ou vestibulando (a) fique atento às questões da banca!  


Conseguiu entender a diferença entre condensação e liquefação? Tenho certeza que agora você não irá mais confundir!

Há uma explicação um pouco mais aprofundada sobre a diferença de vapor e gás. Também tenho muito mais informações para te passar sobre liquefação e condensação.

Fique atento (a) às próximas postagens!


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Substâncias puras, simples e composta, e misturas




Aula 6: substâncias puras, simples e compostas, e misturas




No nosso dia-a-dia é comum chamarmos de substância qualquer material ou alimento. Nesse contexto, o significado de substância seria apenas mais um sinônimo para a matéria. Contudo, para a química, substância e matéria não são exatamente sinônimos.


Substância é a forma simples e pura da matéria.



 Assim, um material ou alimento do nosso dia-a-dia pode conter várias substâncias.


Substância é o tipo de matéria que possui propriedades específicas fixas e invariáveis. Sua composição permanece a mesma em diferentes amostras.



Agora, se você ainda não entendeu muito bem o conceito, não tem problema! Eu te explico de outra forma!

Uma substância é um tipo de molécula/partícula/conjunto de átomos que está sozinha/isolada. Ela possui um conjunto definido de propriedades.

Por exemplo, a molécula de água (H2O) é uma substância.
O composto químico NaCl é uma substância: é o sal de cozinha, cloreto de sódio.
O gás ozônio (O3) é uma substância.
Os átomos de Hélio presentes no ar atmosférico são substâncias.
O conjunto de átomos de um metal puro que irão constituir uma barra de metal é uma substância.


Conseguiu entender o que é substância?


Dizer que uma substância é pura é afirmar que ela está isolada/sozinha e que não há nenhuma outra substância unida à ela. Ela apresentará constantes físicas bem definidas, por esse motivo, dizemos que as constante físicas são utilizadas como critérios de pureza das substâncias. Por exemplo, as temperaturas de ebulição e de fusão, critérios físicos, são valores fixos e invariáveis.

Um cilindro de gás oxigênio utilizado em hospitais só têm oxigênio. Assim, o cilindro possui uma substância pura.


Imagem 1- Fonte: Oximorena. Na imagem há diversos cilindros de gás oxigênio hospitalar.


Além de aprendermos o conceito de substância, também é preciso saber que ela possui duas classificações. Elas serão imprescindíveis para os seus estudos na química.


Uma substância pura pode ser classificada em: substância pura simples e substância pura composta. Qual é a diferença entre elas?



Substância simples é aquela que possui apenas um tipo de átomo, um tipo de elemento químico.


Substâncias simples não podem ser decompostas em outras substâncias mais simples.
Por exemplo, o gás Oxigênio (O2), o gás Hidrogênio (H2), o gás Cloro (Cl2), o gás Hélio (He): todos são substâncias simples!


A partir disso, fica fácil você deduzir o que seria uma substância composta, não é mesmo?


Substância composta possui dois ou mais tipos de átomos, dois ou mais tipos de elementos químicos.

Por exemplo, a água é formada pelos elementos químicos Hidrogênio e Oxigênio.
O NaCl, o cloreto de sódio, que é o nosso sal de cozinha, é uma substância composta.


Na natureza, é muito raro encontrar substâncias puras. Elas estão sempre unidas à outras substâncias, constituindo uma mistura. O ar que respiramos, por exemplo, possui várias substâncias: gás oxigênio (O2), gás nitrogênio (N2), argônio (Ar), hélio (He), vapor de água (H2O), gás carbônico (CO2) etc. 


Imagem 2: a água do mar não é uma substância pura, ela possui, além do sal e areia, outros sais dissolvidos.

Como cada substância é única, suas propriedades também serão únicas. E quando falo em propriedades de uma substância, me refiro às propriedades específicas. Assim, não há dois tipos de substâncias que tenham propriedades específicas exatamente iguais. Seus valores de densidade, ponto de fusão, ponto de ebulição, entre outros, são próprios e únicos.

Assim como você possui um número de RG e CPF que pertencem somente à você, ou seja, com esses números podemos identificá-lo (a), as substâncias também possuem as suas propriedades.


Na química, uma das maneiras de representar substâncias simples e compostas é por meio de esferas coloridas.

Imagem 3- I: substância composta; II: substância simples; III: mistura de 3 substâncias

Na imagem, temos os sistemas I, II e III.

Observe que, no sistema I, temos um exemplo de substância composta. Como identificar isso? Perceba que há esferas vermelhas e verdes. Cada cor representa um tipo de átomo. Quando estes átomos estão unidos, temos uma molécula. Assim, no sistema I temos 4 moléculas iguais classificadas como substância composta. Como existe apenas um tipo de molécula, o sistema I possui uma substância pura composta.

No sistema II, há apenas moléculas de átomos iguais. Quando a composição de uma molécula é feita do mesmo elemento químico, temos uma substância simples. Por existir apenas um tipo de molécula, o sistema I possui uma substância pura simples.

Entretanto, no sistema III, há mais de um tipo de substância, dessa forma, há uma mistura. Ele contém três tipos de substâncias: uma simples e duas compostas.


Mistura é quando há em um sistema pelo menos duas substâncias diferentes. As substâncias estão unidas fisicamente.


As misturas não apresentam constantes físicas bem definidas, elas são variáveis.


Veja outro exemplo na imagem a seguir:

Imagem 4- Fonte: Brown, a ciência central. A imagem mostra a diferença entre moléculas de substâncias simples e compostas


Além dessa representação mais simples feita por esferas coloridas, na química, você verá também a ilustração das substâncias químicas por meio da fórmula molecular.


A fórmula molecular nos dá a informação de quantos átomos e quais tipos de átomos contém uma substâncias. É a representação que você mais verá na química.



A fórmula molecular da água é H2O: é composta por dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio.

 O sal de cozinha é NaCl: contém um átomo de sódio e um átomo de cloro. Legal, né?


Por hoje é isso! Agora que você aprendeu sobre substâncias simples e compostas e misturas é importante treinar um pouquinho resolvendo exercícios para fixar bem o conteúdo! O que você acha?


Acesse a lista de exercício disponível:

EAM - lista de exercícios sobre substância puras e misturas



Você também pode aproveitar para aprender sobre as propriedades da matéria, um tema super importante para a química:

Aula 2 - propriedades gerais da matéria


Muito obrigada pela sua atenção e até a próxima aula!


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Fenômenos químicos e fenômenos físicos


Aula 6: o que são fenômenos físicos e fenômenos químicos?


Depois de aprendermos sobre os estados físicos da matéria e suas mudanças estamos mais do que preparados para estudarmos os fenômenos físicos e fenômenos químicos.

O tema dessa aula foi gravada em vídeo, assim, caso prefira o conteúdo em vídeo, veja a vídeo-aula abaixo:



Agora se você prefere o resumo das aulas ou apenas revisar o assunto, continue lendo!

O primeiro passo para que você entenda este conteúdo é saber o significado da palavra "fenômeno". Fenômeno representa uma mudança, uma transformação. Logo, quando falamos em um fenômeno químico ou físico estamos citando uma mudança física ou química.


Na química, fenômeno é uma transformação sofrida pela matéria.



Ok, eu sei que você continua sem entender o que é uma mudança física ou química, mas calma que eu vou te explicar!


Fenômeno físico é uma transformação que não altera a composição da matéria.



Por exemplo, ao rasgar uma folha de sulfite em vários pedacinhos você está provocando um fenômeno físico: o tamanho do papel foi alterado, mas ele não deixou de ser papel, ou seja, sua composição continua sendo a mesma.

Alterações de tamanho, formato e estado físico não mudam a composição da matéria (a sua natureza), logo, ocorre um fenômeno físico.




Na foto acima, as gotículas de água que estão na garrafa sofreram uma transformação física. Antes de elas se depositarem na garrafa elas estavam no ar na forma de vapor d'água. Ao encontrarem uma superfície mais gelada, o vapor se condensou na garrafa.


Quando uma transformação muda a composição da matéria, ela passa a ser o que chamamos de fenômeno químico.

Por exemplo, ao pegar os mesmos pedacinhos de papel rasgado e queimá-los (não faça isso em casa e desacompanhado de um adulto) o papel se transforma em cinzas, ou seja, deixa de ser papel. Neste caso, temos um fenômeno químico!

Fenômeno químico é quando há alteração da composição da matéria


Um fenômeno químico poder ser chamado ainda de reação química ou transformação química. Fique atento (a), pois, estes sinônimos são comuns em prova!


Conseguiu entender a diferença entre fenômeno químico e físico? Este post foi apenas um resumo do conteúdo. Caso tenha alguma dúvida, lá na vídeo-aula sobre os fenômenos físicos e químico eu  explico assunto com mais riqueza de detalhes e exemplos. Então, corre lá!

Na vídeo-aula te dei vários exemplos de cada fenômeno, mas lembre-se: decorar não faz mal, entretanto, na prova o nervosismo atrapalha. Agora, quando você realmente compreende o conteúdo, o nervosismo diminui e você tem um melhor desempenho!

Como eu conheço meus alunos muito bem, sei que em alguma etapa de seus estudos você irá se perguntar: "mas prof... como que eu faço para conseguir identificar se o fenômeno dado na minha prova é químico ou físico? Eu entendi sua aula e os conceitos explicados, mas você poderia me dar algumas dicas?"

Tô aqui para isso, né? Olha esse vídeo aí embaixo e confira as dicas que a prof fala:



Não se esqueça de se inscrever no canal, seguir o projeto nas redes sociais e assinar o seu e-mail aqui no blog para que você não perca o conteúdo do projeto.

Espero que tenha ajudado! Dúvidas? Pergunte nos comentários.

Agora você se sente mais confiante e preparado (a)? Bora resolver exercícios para ver se você realmente entendeu a aula?

Acesse: lista de exercícios sobre os fenômenos físicos e químicos - parte I

Acesse: lista de exercícios sobre os fenômenos físicos e químicos - parte II (avançado)


Muito obrigada pela sua atenção e até o próximo conteúdo!
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Propriedades organolépticas




Na aula anterior aprendemos o que são propriedades específicas e falamos um pouquinho sobre cada uma delas. Nesta aula, vamos nos aprofundar um pouco mais nas propriedades organolépticas.

Caso prefira assistir a vídeo-aula sobre o assunto, veja o vídeo abaixo:



Saiba que lá no canal do projeto eu já disponibilizei todas as aulas teóricas sobre as propriedades da matéria, então, caso você prefira estudar o conteúdo em vídeo basta acessar a playlist completa sobre as propriedades da matéria.


Agora, se preferir ler a explicação, bora continuar lendo este post!


Aula 5: o que são propriedades organolépticas?


Como vimos na aula sobre as propriedade específicas, elas nos permitem identificar o material através dos nossos cinco sentidos.

As propriedades organolépticas são aquelas relacionadas aos cinco sentidos: visão, tato, olfato, paladar e audição.


Os cinco sentidos são propriedades específicas pois cada substância ou material poderá ter um cheiro único, uma textura única, um sabor único e assim por diante. Consegue entender?


Por exemplo, eu sei que você consegue identificar um café somente pelo cheiro, não é mesmo?

No horário do almoço, se você está voltando ou indo para a escola, é comum andarmos pelas ruas e sentirmos os cheiros deliciosos das refeições que estão sendo preparadas nas casas. Não vai me dizer que você nunca sentiu um cheirinho de frango, batata ou peixe frito? Viu, você utilizou o olfato para identificar qual comida estava sendo preparada! E nem precisou olhar para saber o que é, né?

Da mesma forma, você consegue utilizar pelo menos um dos cinco sentidos para identificar algumas substâncias. Entretanto, não são em todas as substâncias que você consegue aplicar os cinco sentidos para identificá-las. Saiba que há compostos inodoros (sem cheiro) e insípidos (sem sabor). 

Outras, só de olhar não dá para saber o que são. Por isso, há outras formas de descobrirmos que tipo de material ou substância é um determinado objeto. Daí, adotam-se outros tipos de propriedades específicas que você pôde ter uma noção na própria aula sobre as propriedades específicas. Falaremos delas com mais detalhes nas próximas aulas.

Além disso, há aquelas substâncias perigosíssimas que não podemos nem pensar em cheirá-las, como alguns ácidos. Estes mesmos ácidos também não podem ser ingeridos. Assim, a utilização de uma propriedade organoléptica para identificar a substância não é indicada.

Outro exemplo onde as propriedades organolépticas se tornam ineficazes é na identificação dos plásticos. Há no mercado uma infinidade de tipos de plásticos. Muitas vezes, não é possível saber qual tipo é apenas observando-o, para isso aplicamos outras técnicas de identificação. Por exemplo, procuramos descobrir a densidade, resistência ao impacto, se absorve água com facilidade... etc.

Existe até um tipo de plástico que tem som de metal.


-Como assssimmm professora? Não entendi.


Há um plástico, o chamado sulfeto de polifenileno, que ao cair no chão ou ser batido em alguma superfície tem exatamente o mesmo barulho do metal caindo. Fantástico né? Se o material for pintado de prata, ninguém diz que é plástico. Com isso, empregar a propriedade organoléptica também é ineficaz.


-Mas professora... quando então devo utilizar esse tipo de propriedade para identificar uma substância ou material?

As propriedades organolépticas podem ser usadas não apenas para você ter certeza sobre a composição do objeto, mas serve também para analisar algumas característica da substância ou para diferenciar um objeto do outro. 


E fazemos o tempo todo isso no nosso dia a dia.


Através do olfato, podemos identificar algo pelo cheiro, como o exemplo do café. É possível ainda sentirmos, por exemplo, odores doces, salgados e os odores de um alimento estragado.




Agora, a visão nos ajuda a perceber algumas características do material como: formato, cor, se possui brilho ou não, etc.


A audição nos permite identificar sons. Por exemplo, ao escutar uma música você sabe alguns instrumentos que a compõe: violão, bateria, baixo, guitarra, piano, violino. Cada instrumento tem um som super característico, não é mesmo?




O tato nos permite verificarmos a textura do material, por exemplo, se ele é rugoso ou se é liso, se está quente ou frio, se é mole ou duro. Uma aplicação do tato extremamente importante é que permite que deficientes visuais consigam ler utilizando as mãos, como na imagem abaixo. É o chamado braile. Você pode observá-lo em embalagens de remédios.



O paladar nos ajuda a identificar algo pelo sabor. Mas lembre-se de que não são todas as substâncias que você pode ingerir, tocar ou cheirar. Por isso, faça isso quando apenas algum adulto ou professor permitir ou quando o rótulo do produto indicar que ele não é nocivo a determinado órgão do sentido.




Há uma brincadeira que circula no youtube onde pessoas são vendadas e precisam provar alguns alimentos e depois identificar o que são. É super engraçado, o paladar nos engana muito. Com certeza você já deve ter visto por aí, se ainda não viu, procure algum vídeo para assistir. Você também pode brincar em casa com os amigos.





E aí, conseguiu entender melhor o que são as propriedades organolépticas e como elas podem ser aplicadas no nosso dia-a-dia? Espero que sim! Não deixe de acompanhar a próxima aula!


Agora eu sei que você está preparado (a) para resolver a lista de exercícios sobre as propriedades da matéria:

Acesse a lista de exercícios sobre as propriedades da matéria


Muito obrigada pela sua atenção e até a próxima aula!

Próxima aula - aula 6: propriedades físicas da matéria


Acesse a relação de todas as aulas escritas
Acesse a relação de todas as listas de exercícios



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Propriedades específicas da matéria



Na aula anterior nós aprendemos sobre as propriedades gerais da matéria. Agora, está na hora de estudarmos as propriedades específicas e entender um pouco sobre suas classificações.

Lá no canal do projeto eu já disponibilizei todas as aulas teóricas sobre as propriedades da matéria, então, caso você prefira estudar o conteúdo em vídeo, basta acessar a playlist completa sobre as propriedades da matéria.


Essa aula te explicará o que é uma propriedades específica. Nas próximas aulas nos aprofundaremos um pouco mais em cada tipo de propriedade específica, ok?


Aula 4:  o que são propriedades específicas e quais são suas classificações?



Como eu disse para você na aula anterior, as propriedades da matéria são, basicamente, características/comportamentos que a matéria possui. Agora, as propriedades específicas são específicas de cada material ou de cada grupo de material.

-Peraí prô, não entendi! Explica melhor...


O que são propriedades específicas?



Propriedades específicas são aquelas que nem toda matéria possui.


Cada tipo de material terá uma característica que pertence somente a ele e, portanto, é por meio dessa propriedade única que conseguimos identificar um material ou uma substância. Para a química isso é importantíssimo! Com base nessas propriedades conseguimos identificar várias substâncias desconhecidas em laboratório. 


Por exemplo, na sua casa deve ter um copo de vidro, certo? Como você sabe que o copo é de vidro?  Bom... ele é transparente, ele é rígido/duro, frágil. Ao bater as unhas, ou uma colher no copo (bata com cuidado, pelo amor de Deus!), ouvimos um som bem familiar, correto? O som do vidro, hahaha. Todas essas características são o que nós chamamos de propriedades específicas do material vidro. Conseguiu entender?

No seu dia-a-dia você utiliza as propriedades específicas o tempo todo para identificar os tipos materiais.




Ao caminhar na rua, se você encontra no chão uma garrafa que se partiu em vários pedacinhos transparentes, com certeza, pensará duas vezes antes de pisar em cima por saber que é vidro, não é mesmo? Você acabou de utilizar novamente as propriedades específicas do vidro para identificá-lo.




Essas propriedades vão desde odores, sabores, cores, sons, textura do material até, por exemplo, a forma com que a substância se comporta ao ser submetida a diversas situações (ao fogo, aquecimento, água, impacto, etc).


Contudo, se seu objetivo é prestar algum concurso público ou vestibular saiba que precisamos nos aprofundar um pouquinho mais neste assunto.


Existem quatro classificações dadas às propriedades específicas que aprenderemos nas próximas aulas. Hoje, trarei um resumo geral de cada classificação apenas para você ter uma noção. Veja:


Propriedades organolépticas: é o tipo de propriedade específica que obedece aos cinco sentidos: visão, tato, olfato, paladar e audição. Isso significa que o material possui alguma propriedade que te permite identificá-lo utilizando os cinco sentidos. Por exemplo, você pode identificar o café através de seu odor ou sabor.



Propriedades físicas: é o tipo de propriedades específica que pode ser mensurada (medida). O ato de medir ou observar estas propriedades não altera a composição do material. Por exemplo, quando uma determinada quantidade de água ferve na panela, muda-se o estado físico. Entretanto, a água não deixa de ser água. Além disso, é possível medir a temperatura de fervura (ebulição) da água facilmente. Dessa forma, o ponto de ebulição é uma propriedade física.

Há várias propriedades físicas importantíssimas para os concursos e os vestibulares. Na aula sobre propriedades físicas aprofundaremos as mais importantes.

Propriedades químicas: é o tipo de propriedade específica que, ao observá-la, vê-se uma mudança na sua composição. A substância se transformará em outra totalmente diferente. Elas são consideradas específicas, pois cada tipo de material ou substância se comporta de uma forma diferente. Por exemplo, substâncias inflamáveis pegam fogo (é o que chamamos de combustão, um tipo de propriedade química) com facilidade. Outras substâncias não pegam fogo de jeito nenhum! O ferro enferruja, o vidro não. 

Propriedades funcionais: são propriedades que determinados grupos de substâncias possuem em comum. Por exemplo, algumas substâncias são chamadas de ácidas justamente porque elas terem características em comum. Alimentos azedos são ácidos: limão, laranja. Todos os ácidos têm pH menor que 7. Mas atenção, não são todos os ácidos que podem ser consumidos, muuitos são perigosos.


Conseguiu entender o que é uma propriedade específica e ter uma pequena noção sobre suas classificações? Ótimo, agora é hora de aprofundar um pouco mais em cada uma dessas classificações!

Nas próximas aulas veremos cada uma delas com calma! Caso prefira assistir as aulas em vídeo, saiba que todas as aulas já foram gravadas e estão disponíveis no canal, basta acessar a playlist completa sobre as propriedades da matéria



Muito obrigada pela sua atenção e até a próxima aula!

Próxima aula: Aula 5: propriedades organolépticas


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Exercícios | Processos endotérmicos e exotérmicos X fenômenos químicos e físicos


Lista de exercícios 5: questões de vestibular sobre os processos endotérmicos e exotérmicos relacionados aos fenômenos químicos e físicos



Esta lista abordará exercícios básicos, mais para fixação de conteúdo, sobre a relação dos processos endotérmicos e exotérmicos com os fenômenos químicos e físicos. Todos voltados a exemplos rotineiros. Nada de cálculo de entalpia e de representação de reações químicas.


Caso ainda não tenha assistido as vídeo-aulas sobre o assunto, veja:



Atenção: periodicamente as listas de exercícios serão atualizadas conforme a ocorrência dos vestibulares/concursos/provas! Fique esperto (a).

Última atualização: 08/04/2021


Bora ver como esse assunto pode ser cobrado em prova?


1 (MACKENZIE-SP)- Dizemos que reações de combustão são exotérmicas porque: 
a) absorvem calor. 
b) liberam oxigênio. 
c) perdem água.
d) são hidroscópicas. 
e) liberam calor. 


2 (UNESP-SP)- Em uma cozinha, estão ocorrendo os seguintes processos: 

I. Gás queimando em uma das “bocas” do fogão. 
II. Água fervendo em uma panela que se encontra sobre esta “boca” do fogão. 

Com relação a esses processos, pode-se estimar que:
a) I e II são exotérmicos. 
b) I é exotérmico e II é endotérmico. 
c) I é endotérmico e II é exotérmico. 
d) I é isotérmico e II é exotérmico. 
e) I é endotérmico e II é isotérmico


3 (UNESP-SP)- Diariamente podemos observar que reações químicas e fenômenos físicos implicam em variações de energia. Analise cada um dos seguintes processos, sob pressão atmosférica.

I. A combustão completa do metano (CH4) produzindo 2CO e H2O
II. O derretimento de um iceberg.
III. O impacto de um tijolo no solo ao cair de uma altura h.

Em relação aos processos analisados, pode-se afirmar que:
a) I é exotérmico, II e III são endotérmicos.
b) I e III são exotérmicos e II é endotérmico.
c) I e II são exotérmicos e III é endotérmico.
d) I, II e III são exotérmicos.
e) I, II e III são endotérmicos. 


4 (UNISANTANA-SP)- No processo exotérmico, o calor é cedida ao meio ambiente, enquanto no processo endotérmico o calor é absorvido do ambiente. Quando um atleta sofre uma contusão, é necessário resfriar, imediatamente, o local com emprego de éter; quando o gelo é exposto à temperatura ambiente, liquefaz-se. A evaporação do éter e a fusão do gelo são, respectivamente, processos:
a) endotérmico e endotérmico.
b) exotérmico e exotérmico.
c) endotérmico e exotérmico.
d) exotérmico e endotérmico.
e) isotérmico e endotérmico.


5 (UFJF-MG)- Considere os processos a seguir: 

I. Queima do carvão. 
II. Fusão do gelo à temperatura de 25°C. 
III. Combustão da madeira. 

a) apenas o primeiro é exotérmico. 
b) apenas o segundo é exotérmico.
c) apenas o terceiro é exotérmico. 
d) apenas o primeiro é endotérmico. 
e) apenas o segundo é endotérmico.


6 (UFMG-MG) - Ao se sair molhado em local aberto, mesmo em dias quentes, sente-se uma sensação de frio. Esse fenômeno está relacionado com a evaporação da água que, no caso, está em contato com o corpo humano. Essa sensação de frio explica-se corretamente pelo fato de que a evaporação da água: 
a) é um processo endotérmico e cede calor ao corpo. 
b) é um processo endotérmico e retira calor do corpo. 
c) é um processo exotérmico e cede calor ao corpo. 
d) é um processo exotérmico e retira calor do corpo


7 (UNIFOR CE)- Durante o ciclo hidrológico natural a água muda constantemente de estado físico e de lugar. Entre os fenômenos que ocorrem estão:

I. derretimento de “icebergs”
II. formação de gotículas de água na atmosfera a partir do vapor
III. formação de neve
IV. dissipação de nevoeiros

Dentre esses fenômenos, são exotérmicos SOMENTE
a) I e II
b) I e III
c)II e III
d)II e IV
e)III e IV


8 (UNITAU)-  Nas pizzarias há cartazes dizendo "Forno à lenha". A reação que ocorre deste forno para assar a pizza é:
a) explosiva.
b) exotérmica.
c) endotérmica.
d) hidroscópica.
e) catalisada.


 9 (UEMA)- Leia a seguinte manchete recentemente veiculada em emissora de televisão nacional.

“Combustível é uma substância que em contato com outra provoca uma reação química, produzindo energia que é liberada na forma de calor”.
PETROBRAS. Peça publicitária veiculada na TV Globo.

Não é simples definir energia, mas é fácil perceber sua existência. Nesse contexto, pode-se inferir que energia é a:
a) grandeza que se manifesta apenas na forma de luz.
b) grandeza que se manifesta apenas na forma de calor.
c) grandeza que avalia a capacidade de um sistema realizar trabalho.
d) matéria que tem massa e ocupa lugar em dado espaço do sistema.
e) forma do calor fluir espontaneamente entre corpos com mesma temperatura. 


10 (UFRS-RS)- Em nosso cotidiano, ocorrem processos que podem ser endotérmicos ou exotérmicos. Assinale a alternativa que contém apenas processos exotérmicos.
a) Formação de nuvens; secagem de roupas; queima de carvão.
b) Formação de geada; combustão em motores de automóveis; evaporação da água dos lagos.
c) Evaporação da água dos lagos; secagem de roupas; explosão de fogos de artifício.
d) Queima de carvão; formação de geada; derretimento do gelo.
e) Combustão em motores de automóveis; explosão de fogos de artifício; formação de geada.

11 (UFPI)- Das seguintes transformações, qual representa um fenômeno físico com absorção de calor?

a) Hg 
(l) => Hg(g)
b) C(graf) => C(diamante)
c) Br2 (g) => 2Br(g)
d) H2O2(g) => H2O(l) + 1/2 O2(g)
e) 2O3(g) => 3O2(g)

Gabarito comentado



1 (MACKENZIE-SP)- Gabarito E

Lembre-se "exo" significa para fora. 

Higroscópico= substância que absorve umidade com muita facilidade

2 (UNESP-SP)- Gabarito B

O gás queimando libera muita energia na forma de calor. Lembre-se que queima é sinônimo de combustão. Reações de combustão são exotérmicas.

A água fervendo está absorvendo energia para passar do estado líquido para o gasoso, ou seja, para vaporizar. 

Tudo isso foi explicado nas aulas acima, caso tenha mais dúvidas sobre o assunto deste exercício, assista as aulas acima: estados físicos da matéria e mudanças de estados físicos da matéria.


3 (UNESP-SP)-  Gabarito B

4 (UNISANTANA-SP)- Gabarito A

5 (UFJF-MG)- Gabarito E

6 (UFMG-MG)- Gabarito B

7 (UNIFOR CE)- Gabarito D

8 (UNITAU)-  Gabarito B


9 (UEMA)- Gabarito C

Há várias formas de energia, não apenas luz e nem apenas calor.  
O calor flui de um corpo para outro: sempre do que possui mais calor para o que possui menos calor.


10 (UFRS-RS)- Gabarito E

11 (UFPI)- Gabarito A

Esses foram todos os exercícios sobre os processos endotérmicos e exotérmicos (os mais simples) que encontrei! Sempre que houver exercícios novos sobre o assunto atualizarei a lista.

Espero que tenha ajudado! Dúvidas? Pergunte nos comentários.

Muito obrigada pela sua atenção e até o próximo conteúdo!

Acesse a relação de todas as listas de exercícios


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